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Equipamento para Saúde
30/06/2019

O mercado de serviços de saúde é cada vez mais pressionado pelos custos e influenciado por importantes fatores, como mudanças epidemiológicas, demandas demográficas, mudanças político-econômicas e desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para os problemas da saúde.

Do ponto de vista da epidemiologia, existe um aumento de doenças agudas e crônicas na população, que condicionam fortemente as características do desenvolvimento tecnológico e clínico.
Este cenário trará consequências importantes na assistência medica, como por exemplo, no Sistema Único de Saúde (SUS), do Brasil.

As demandas geográficas, o aumento da expectativa de vida e a taxa de urbanização da população, bem como, o processo acelerado da inserção da mulher no mercado de trabalho, são fatores importantes na definição de um sistema de atenção diferenciado.

Mudanças das políticas institucionais para promoção da saúde, da medicina curativa para medicina preventiva, modificam o mercado e vem engendrando as novas soluções tecnológicas. Tais soluções buscam responder: a redução do tempo de internação hospitalar, programas de saúde da família, Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), soluções tecnologias que permitam ao próprio paciente operar de forma segura o equipamento e no conforto do seu domicílio (Home Care).

Do ponto de vista das soluções tecnológicas, elas devem estar sempre orientadas para o aumento da qualidade de vida, da efetividade dos procedimentos clínicos, e recuperação das capacidades funcionais e profissionais.

As novas formas de organizações de sistemas de saúde – pública, privada e filantrópica – influenciam no desenvolvimento tecnológico e nas políticas e serviços de saúde. O antigo paradigma da atenção centrada nos serviços, representado pela atenção primária, hospitais sem paredes e atenção comunitária, transformou-se num novo paradigma baseada na atenção centrada no paciente, com tecnologias de ponto de cuidado (Point-of-Care), dispositivos de monitoração pessoal e uma tendência consolidada em plataforma de e-Saúde.

Essa mudança de foco do sistema de saúde, evidência uma revolução tecnológica para poder atender a necessidade desse novo sistema.

A exigência por uma maior pró-atividade dos gestores e fornecedores da área da saúde proporcionando uma infraestrutura integrada, seja hospitalar ou clínica, totalmente diferenciada da que se tinha antigamente. A possibilidade da manipulação da tecnologia pelo próprio paciente sob orientação, por exemplo, em sistemas de 40 internação domiciliar (Home Care), é uma tendência de mudança de perfil tecnológico e de ergonomias com uma interação maior entre os atores do sistema, oferecendo condições de atendimento ao paciente de forma mais adequada com serviços personalizados.

Tudo isto deve consolidar um desenvolvimento sustentável, com o equilíbrio dos recursos humanos, das tecnologias e da infraestrutura necessária para a área da saúde, reconhecendo que a participação do estado é importante como agente regulador para oferecer equidade dos serviços.





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Conjuntura Industrial
30/06/2019

O segundo trimestre de 2012 foi marcado pelo modesto crescimento da economia brasileira e pelo desempenho negativo da atividade industrial.

O Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado elevou-se somente 0,4% na comparação com o primeiro trimestre de 2012, descontando-se os efeitos sazonais.

Constatou-se um pequeno aumento de 0,5% em relação ao mesmo período de 2011, reafirmando a tendência de desaceleração do crescimento do produto brasileiro, observada a partir do segundo trimestre de 2010, tomando como base os dados dos mesmos trimestres dos anos anteriores.

Ademais, o crescimento acumulado nos últimos quatro trimestres terminados em junho de 2012 reduziu-se para 1,2%, deixando transparecer, uma vez mais, a perda de dinamismo da economia brasileira percebida na série de dados acumulados em 12 meses desde o quarto trimestre de 2010.

A indústria brasileira sofreu contração no segundo trimestre de 2012 comparado ao primeiro trimestre do ano (-2,5%) depois de se ter destacado positivamente frente às demais atividades econômicas no primeiro trimestre de 2012 relativo ao último trimestre de 2011 (1,7%), sempre considerando a série livre de influências sazonais.

A deterioração do comportamento da indústria brasileira também pode ser observada na comparação com o segundo trimestre de 2011 (-2,4%) e no acumulado em quatro trimestres encerrados em junho de 2012 (-0,4%). A indústria de transformação teve papel decisivo para a retração da indústria brasileira, novamente ofuscando o desempenho positivo da construção civil nos períodos citados.

No acumulado em doze meses terminados em junho de 2012, destacou-se a preocupante redução da indústria de transformação (-2,9%). A indústria extrativa não conseguiu manter o crescimento apresentado no primeiro trimestre de 2012, sofrendo redução no período de abril a junho do ano corrente frente a igual período de 2011 (-1,8%).
Ademais, a extrativa mineral apresentou desaceleração de seu crescimento no acumulado em quatro trimestres encerrados em junho de 2012 (para 1,7%).

Como destacado nos boletins de conjuntura anteriores (Março e Junho de 2012), mantém-se a preocupação do governo brasileiro com o desempenho da indústria, afetado negativamente pela dificuldade de recuperação dos investimentos e de ampliação do consumo interno, bem como pelo contexto de incerteza na economia mundial, principalmente na região europeia, somada ao acirramento da concorrência de produtores estrangeiros os quais mostram maior agressividade na disputa por mercados externos.
Há de se destacar que o governo tem procurado criar e reforçar uma ampla gama de incentivos, incluindo estímulos creditícios e tributários, à indústria brasileira, considerando seus efeitos positivos sobre as demais atividades econômicas.

Espera-se um desempenho mais promissor da atividade industrial brasileira no segundo semestre do ano em resposta às medidas recentemente anunciadas pelo governo.

Por sua vez, houve recuperação da atividade agropecuária que voltou a apresentar crescimento no segundo trimestre de 2012 na comparação com o mesmo trimestre de 2011 (1,7%) e com o primeiro trimestre de 2012 (4,9%), realizado o ajuste sazonal. Isso significou a reversão de seu desempenho negativo apresentado no primeiro trimestre de 2012, o qual decorreu dos prejuízos causados à agricultura pelas secas no Sul e Nordeste do país, como ressaltado no Boletim de Conjuntura Industrial de Junho de 2012.

O produto agropecuário brasileiro apresentou modesto aumento no acumulado em doze meses findos em junho de 2012 (1,5%), vislumbrando, contudo, trajetória de recuperação.





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newspix/
22/11/2019





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A indústria de produtos médicos e odontológicos
30/06/2019

A indústria de produtos médicos, odontológicos, hospitalares e de laboratórios é uma indústria inovadora, proativa e competente, capaz de suprir 90% das necessidades do mercado interno; que exporta para mais de 180 países, trazendo divisas e gerando cerca de 100 mil empregos no país.

 

Os números demonstram esta indústria como um importante pilar da economia nacional:

Faturamento

 

 

Exportações

em milhões de US$

Segmento

2009

2010

2011

Odontologia

US$ 70,4

US$ 84,5

US$ 86,2

Laboratório

US$ 32,0

US$ 55,8

US$ 63,2

Radiologia

US$ 22,6

US$ 25,2

US$ 24,1

Equip. Médico-Hospitalares

US$ 46,0

US$ 47,3

US$ 71,6

Implantes

US$ 94,8

US$ 103,6

US$ 122,8

Materiais de Consumo

US$ 276,0

US$ 312,1

US$ 339,2

Total das Exportações

US$ 541,8

US$ 628,4

US$ 707,1

 

 

Importações

em milhões de US$

Segmento

2009

2010

2011

Odontologia

US$ 45,8

US$ 59,3

US$ 79,9

Laboratório

US$ 720,0

US$ 884,0

US$ 1.035,9

Radiologia

US$ 539,4

US$ 681,2

US$ 717,9

Equip. Médico-Hospitalares

US$ 439,2

US$ 726,2

US$ 684,1

Implantes

US$ 453,0

US$ 550,7

US$ 628,6

Materiais de Consumo

US$ 577,5

US$ 753,9

US$ 919,9

Total das Importações

US$ 2.774,9

US$ 3.655,2

US$ 4.066,3

 

 

Balança Comercial

em milhões de US$

Operação

2010

2011

Exportação

US$ 633

US$ 707

Importação

US$ 3.667

US$4.066

Saldo

US$ -3.004

US$ -3.359



 





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